Dá pra fazer o registro de marca sozinho no INPI em Florianópolis, o e-Marcas aceita qualquer CPF ou CNPJ sem exigir intermediário. O sistema em si é acessível; o que costuma travar quem tenta sozinho é a pesquisa de viabilidade, porque sem experiência pra reconhecer nome parecido dentro da mesma classe o risco de indeferimento sobe, e cada indeferimento custa uma taxa do INPI paga de novo.
O caminho sozinho segue as mesmas sete etapas de sempre: pesquisa, classe pela Classificação de Nice, GRU, protocolo no e-Marcas, exame formal com publicação na RPI, exame de mérito e certificado. Nenhuma etapa exige advogado ou agência por lei. A diferença entre concluir sozinho sem erro e esbarrar num indeferimento está em quem já cruzou centenas de pesquisas parecidas e reconhece colisão antes de protocolar. O guia completo de como fazer registro de marca em Florianópolis detalha cada um dos sete passos pra quem decide seguir por conta própria.
Florianópolis tem 159 mil empresas ativas (Jucesc, fevereiro de 2025) e lidera o ranking catarinense de MEI, com 70,4 mil ativos (Sebrae/SC, 2026): muita gente pequena tocando o próprio negócio, incluindo a parte burocrática, sozinha. Dono de pousada na Lagoa da Conceição ou guia de trilha que atende turista sazonal costuma protocolar a marca sem apoio nenhum, o que funciona bem quando o nome nasce de algo bem pessoal, mas fica arriscado quando o negócio compete por espaço num setor de turismo cheio de nome parecido na mesma classe de serviço.
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