A tentação, ao consultar um nome no INPI, é digitar exatamente a grafia que se quer usar e parar de procurar assim que não aparece nada idêntico. Só que o exame do INPI também recusa pedido por semelhança, gráfica ou sonora, dentro do mesmo ramo, mesmo quando as duas palavras nunca foram escritas da mesma forma. Em Blumenau, ficar só na grafia exata deixa passar batido justamente o tipo de colisão que mais derruba pedido depois.
Duas palavras podem soar quase idênticas ditas em voz alta e ainda assim ter grafia diferente, e o exame do INPI leva esse detalhe em conta tanto quanto a comparação letra por letra. Por isso a consulta séria não para no campo de busca: ela junta grafia, pronúncia e classe de atividade numa única leitura, antes de qualquer conclusão. Quem quiser ver essa comparação com mais detalhe, e o que fazer quando algo parecido aparece, encontra no guia completo de consulta de marca no INPI em Blumenau.
O repertório de nomes que se repete em Blumenau
Boa parte do comércio de Blumenau usa um repertório parecido de palavras ligadas à colonização alemã e à Oktoberfest: termos como bier, brau, haus e fest aparecem em nome de cervejaria, bar e confeitaria por toda a cidade. Esse repertório compartilhado aumenta a chance de dois negócios soarem parecidos sem que ninguém tenha copiado ninguém, e é justamente esse tipo de semelhança fonética que uma busca só pelo nome exato deixa passar batido. Quanto mais a cidade cresce nesse eixo temático, mais nomes com a mesma raiz sonora entram em circulação ao mesmo tempo.
A Oneck confere semelhança de grafia e de som antes de qualquer negócio de Blumenau bater o martelo no nome, de graça e sem compromisso. Descobrir a colisão só depois de protocolar custa a taxa do INPI inteira, paga de novo pra tentar com outro nome. Falar com a Oneck →



