Marca de roupa se registra no INPI dentro da classe 25, que cobre vestuário, calçados e artigos de armarinho, depois de confirmar que o nome está livre nessa classe específica, não só como domínio ou perfil disponível nas redes. Em Blumenau, onde a confecção é tradição antes de ser tendência, esse cuidado evita que a etiqueta nova esbarre num nome parecido dentro do mesmo segmento.
O caminho segue as sete etapas que valem pra qualquer marca no Brasil: pesquisa, classe, taxa, protocolo, exame, deferimento e certificado, tudo pelo e-Marcas, o sistema online do INPI. A diferença de uma marca de roupa mora no detalhe da classe e no tipo de registro: além do nome, muita confecção registra também o logotipo que vai na etiqueta e na tag, porque marca mista (nome mais imagem) e marca nominativa (só o nome) protegem coisas diferentes. Pra ver as sete etapas completas, explicadas uma a uma, tem o guia de como fazer registro de marca em Blumenau.
O cenário têxtil de Blumenau
Blumenau carrega duas das maiores confecções do país na própria história, Hering e Karsten, e sedia a Febratex, considerada a maior feira têxtil das Américas. A 19ª edição acontece em agosto de 2026, no Parque Vila Germânica, reunindo mais de 3.300 marcas de 65 países sob o mesmo teto. Nesse tipo de vitrine, uma etiqueta sem registro corre o risco de ser copiada ou barrada justamente no momento em que mais precisa aparecer.
A pesquisa de viabilidade pra saber se o nome da sua marca de roupa está livre no INPI é gratuita na Oneck, sem compromisso de fechar nada depois. Vale resolver isso antes de mandar imprimir a primeira etiqueta, porque indeferimento significa pagar a taxa do INPI de novo, do zero. Falar com a Oneck →



