Registro de marca no INPI se faz inteiro pelo sistema e-Marcas, em gov.br/inpi, aberto tanto pra CNPJ quanto pra CPF. Em Blumenau isso quer dizer que o MEI de confecção do Vale do Itajaí e a startup recém-saída da Blusoft usam a mesma tela de cadastro, sem fila especial nem posto físico pra visitar.
O caminho tem sete etapas fixas: pesquisa de viabilidade, definição da classe na Classificação de Nice, emissão e pagamento da GRU, protocolo, publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e, no fim, o certificado com o ®. Qualquer pessoa física ou jurídica toca o processo sozinha se quiser, mas os dois primeiros passos concentram quase todo o risco: nome parecido ou classe mal escolhida costuma ser o motivo do indeferimento. O guia completo de registro de marca em Blumenau detalha cada uma dessas etapas.
O cenário local
Blumenau reúne setores que quase nunca compartilham fornecedor, mas compartilham o mesmo sistema de registro: têxtil, com Hering e Karsten na origem da cidade, e tecnologia, com a Blusoft fechando 2024 com 164 empresas associadas. Empresas ligadas à ACIB, Associação Empresarial de Blumenau, convivem lado a lado nesse cenário, mas o registro em si passa longe de qualquer associação: o mesmo e-Marcas recebe, no mesmo dia, o pedido de uma confecção que exporta pra fora de Santa Catarina e o de um aplicativo que acabou de sair do papel, sem intermediário obrigatório e sem fila diferente por setor.
Antes de pagar qualquer taxa, vale confirmar se o nome está mesmo livre. A Oneck faz essa pesquisa de graça, sem compromisso de fechar nada depois: resolver isso antes evita ter que reabrir o pedido do zero e pagar a GRU outra vez, além do tempo perdido esperando um novo exame. Falar com a Oneck →



