Qualquer CNPJ ou CPF com atividade econômica em Porto Alegre pode pedir registro de marca direto no INPI, seja MEI, autônomo, empresa de serviço ou startup em fase de captação. Não existe registro reservado pra "empresa grande": o pedido roda pelo sistema e-Marcas do mesmo jeito pra quem fatura milhões e pra quem está começando agora. O que muda entre um pedido e outro é a classe de atividade, não o porte do negócio.
O caminho tem sete etapas fixas no INPI: pesquisa, classe, GRU, protocolo, exame, deferimento e certificado, tudo pelo site gov.br/inpi, sem balcão físico em nenhuma cidade do país. A prioridade sobre o nome nasce já no protocolo, mas o certificado com o ® só sai depois que a fila de exame do INPI andar, prazo que nenhuma agência controla. O guia completo de como fazer registro de marca em Porto Alegre detalha as sete etapas passo a passo, com o que costuma travar em cada uma.
Quem registra marca em Porto Alegre
Porto Alegre tem entre cerca de 217 mil e quase 300 mil empresas ativas, a depender do agregador de CNPJ consultado, e a CDL POA, com mais de 60 anos de atuação, reúne cerca de 150 entidades parceiras e impacta aproximadamente 30 mil empresas na região. Com esse volume de negócio ativo numa cidade onde serviços respondem por quase 80% do PIB, praticamente todo perfil de empreendedor se encaixa no público que pode registrar marca: do MEI que abre um salão de bairro ao sócio de consultoria que atende cliente fora do Rio Grande do Sul. É ferramenta pra quem ainda está construindo nome, não privilégio de quem já cresceu.
Antes de decidir se você mesmo protocola ou contrata quem já faz isso todo dia, descubra se o nome está livre. A pesquisa de viabilidade no INPI é gratuita, e refazer o pedido depois de um indeferimento custa a taxa inteira de novo, além do tempo perdido. Vale conferir antes de investir em identidade visual. [Falar com a Oneck →]



