A consulta de registro de marca é feita no sistema e-Marcas do INPI, e o pulo do gato está em buscar não só o nome exato, mas variações de escrita e som, o radical, dentro da classe certa. Em Londrina, onde termos como grão, safra e origem se repetem em nome de cooperativa e agroindústria, buscar apenas a grafia exata do seu nome deixa passar o parecido que derruba o pedido.
A busca completa passa por três filtros: o nome como você escreve, as variações fonéticas dele e a classe de Nice da sua atividade. Pular qualquer um desses passos é o motivo mais comum de indeferimento por colisão, porque o INPI recusa também nome que soa parecido no mesmo ramo, não só cópia idêntica. O guia completo de consulta de marca no INPI em Londrina detalha cada filtro dessa busca pra quem quer entender o processo inteiro.
Cinco das seis maiores empresas de Londrina atuam no agronegócio, segundo levantamento do Agrolink, um setor em que cooperativa, agroindústria e distribuidora tendem a usar vocabulário parecido pra nomear produto e marca. Nesse cenário, rodar a consulta só com a grafia exata do nome escolhido é queimar etapa: o radical parecido de um concorrente vizinho pode estar na mesma classe e nem aparecer numa busca rasa.
A Oneck roda essa consulta completa de graça, com radical, fonética e classe, não só o nome batido letra por letra. Vale fazer isso antes de protocolar, porque corrigir rota depois de um indeferimento significa pagar a taxa do INPI de novo, e isso ninguém quer. [Falar com a Oneck →]



