No INPI, marca e patente são dois registros diferentes, cada um com sua própria base de busca: marca protege nome, logotipo e identidade de um negócio, dentro do sistema e-Marcas; patente protege invenção, processo técnico ou modelo de utilidade, num sistema separado. Quem em Londrina pesquisa "registro de marcas e patentes" quase sempre quer garantir o nome do próprio negócio, caso mais comum entre agroindústria familiar e startup que sai da UEL, e nesse caso a busca certa é a de marcas.
A confusão entre os dois institutos é comum porque o INPI cuida de ambos sob o mesmo teto, mas as regras não se parecem em nada: patente avalia novidade técnica e leva anos de exame, marca avalia colisão de nome dentro de uma classe de atividade e tem processo bem mais rápido. Pra quem só quer saber se o nome do negócio está livre, o caminho é a consulta gratuita de marcas no e-Marcas, em gov.br/inpi, entendendo antes a diferença entre nome idêntico e nome parecido dentro da mesma classe. O guia completo de consulta de marca no INPI em Londrina detalha esse processo passo a passo.
Em Londrina, esse cruzamento de dúvidas aparece dos dois lados: agroindústrias que nasceram da diversificação pós geada de 1975 (hoje cinco das seis maiores empresas da cidade atuam no agronegócio, segundo o Agrolink) normalmente só precisam registrar o nome da marca, sem entrar em patente; já negócio de base tecnológica que sai da UEL às vezes tem os dois temas na mesa, nome da empresa e alguma solução técnica própria, e aí vale separar bem o que é registro de marca do que é pedido de patente antes de gastar tempo na busca errada.
Antes de decidir qual caminho seguir, vale confirmar de graça se o nome do seu negócio está livre no INPI, sem gastar nada na etapa de consulta. Quem faz essa pesquisa direito evita pagar a taxa do INPI de novo por causa de um indeferimento que dava pra prever. A Oneck pesquisa sem custo e sem compromisso de fechar contrato depois. [Falar com a Oneck →]



