O passo a passo do INPI tem sete etapas, mas a que mais surpreende quem protocola pela primeira vez em Londrina é a quinta: depois do protocolo, o pedido é publicado na Revista da Propriedade Industrial e fica aberto um prazo pra qualquer concorrente se opor. Numa cidade com cooperativa ao lado de cooperativa, esse é o momento em que um nome parecido pode virar problema antes mesmo do exame de mérito.
As sete etapas seguem sempre a mesma ordem: pesquisa, classe, GRU, protocolo, exame formal com publicação na RPI, exame de mérito e certificado. A publicação na RPI é o ponto em que o pedido sai do radar de quem protocolou e entra no radar de todo mundo que acompanha a revista, inclusive concorrente direto do mesmo ramo. É ali que nasce a oposição, quando alguém acha que o seu nome colide com o dele. Pra ver as sete etapas com detalhe, incluindo o que evitar em cada uma, tem o guia completo de como fazer registro de marca em Londrina.
Em Londrina, onde cinco das seis maiores empresas da cidade nascem do agronegócio, segundo levantamento do Agrolink, é comum cooperativa e agroindústria disputarem espaço na mesma prateleira com nomes parecidos, herança de uma economia que ainda carrega o apelido de "Capital do Café". Uma pesquisa de viabilidade bem-feita antes do protocolo não evita toda oposição possível, mas evita a mais óbvia: a colisão que já dava pra enxergar antes de pagar a primeira taxa.
A Oneck acompanha o processo do protocolo até a publicação na RPI e fica de olho em oposição durante o prazo aberto, sem cobrar nada pela pesquisa de viabilidade que faz esse risco cair logo no começo. Melhor descobrir a colisão antes de protocolar do que depois, quando a taxa já foi paga e o indeferimento obriga a recomeçar do zero. [Falar com a Oneck →]



