Marca e patente são pedidos diferentes, mas nascem na mesma casa: o INPI. A marca se registra, protegendo nome, logotipo ou slogan que identifica um negócio, sempre dentro do sistema e-Marcas. O invento, a solução técnica nova, se deposita como pedido de patente, num sistema à parte, com exame próprio e mais técnico.
Quem busca "como fazer registro de marcas e patentes" geralmente está tentando entender se precisa de um processo ou de dois, e a dúvida faz sentido: os dois pedidos vivem sob o mesmo teto institucional, mas seguem trilhas próprias, com formulário, taxa e exame diferentes entre si. A resposta depende do que você quer proteger. Marca cobre identidade: nome, símbolo, visual, com sete etapas dentro do e-Marcas, da pesquisa de viabilidade ao certificado, todas explicadas no guia de como fazer registro de marca em Londrina. Patente cobre invenção, processo ou produto tecnicamente novo, com pedido também protocolado no INPI, mas submetido a exame técnico próprio, cujo prazo e requisito exato o site oficial, gov.br/inpi, informa com mais precisão do que qualquer estimativa genérica.
A indústria responde por cerca de 18% do PIB de Londrina, segundo dados da CODEL, Instituto de Desenvolvimento de Londrina. É esse pedaço da economia local, fábrica que desenvolve processo próprio ou equipamento novo, que mais esbarra na dúvida entre marca e patente. Comércio e serviço, a maior fatia do restante da economia da cidade, quase sempre resolvem a questão só com o registro da marca, sem precisar entrar na fila de exame técnico do INPI.
Em 20 anos levando marca do protocolo ao certificado, um padrão se repete: negócio confunde os dois pedidos e perde tempo pesquisando o processo errado. Pra marca, a Oneck faz a pesquisa de viabilidade de graça, sem compromisso de fechar depois; pra patente, o caminho é técnico e vale conferir direto na fonte oficial antes de qualquer passo. [Falar com a Oneck →]



