A taxa do INPI é paga via GRU, a Guia de Recolhimento da União, direto no site do governo, em duas etapas: uma no momento do pedido, outra só depois que a marca é deferida. O detalhe que pega gente desatenta é a ordem: a primeira parcela é paga antes de saber se o pedido vai ser aceito, então nome mal pesquisado custa a taxa duas vezes, uma no pedido negado, outra num pedido novo e corrigido.
Esse risco é o motivo de a pesquisa de viabilidade existir como etapa separada e gratuita, antes de qualquer pagamento ao INPI: ela reduz a chance de a taxa do pedido virar dinheiro perdido em cima de um nome que já colidia com outro registrado. O artigo completo sobre quanto custa registrar marca em Curitiba detalha o valor de cada etapa e a faixa de honorário praticada pela Oneck.
Por que esse risco pesa mais numa economia do porte de Curitiba
Curitiba concentra 1,1% de todo o PIB gerado no Brasil, a maior fatia entre as cidades do Sul, à frente de Porto Alegre e Joinville. Cidade desse porte tem a Associação Comercial do Paraná, fundada em 1890 e uma das entidades empresariais mais antigas do país, como referência de que negócio sério trata burocracia como parte da operação, não como detalhe pra resolver depois. Pagar a taxa do INPI sem antes confirmar se o nome está livre é o tipo de atalho que uma economia dessa densidade não perdoa: a chance de já existir marca parecida no mesmo setor cresce junto com o número de empresas competindo pelo mesmo nome.
Em 20+ anos de mercado e mais de 500 marcas registradas, a Oneck já viu esse erro se repetir o suficiente pra saber que pesquisar antes é sempre mais barato que pagar a taxa de novo. Quer confirmar se o seu nome está livre antes de pagar qualquer coisa ao INPI? A pesquisa é gratuita. Falar com a Oneck →



