Empresa que registra marca e também deposita patente no INPI paga duas contas totalmente separadas, cada uma com sua própria tabela de taxa. Não existe pacote combinado nem desconto por pedir os dois juntos; o valor de cada processo se calcula de forma independente, mesmo quando os dois pedidos saem da mesma empresa em Curitiba, no mesmo mês.
Isso é diferente do caso mais comum, de quem confunde os dois termos e só precisa mesmo do registro de marca. Aqui o cenário é outro: a empresa tem, ao mesmo tempo, uma invenção real pra proteger e um nome de negócio pra registrar. O detalhamento de como taxa e honorário se somam no caso da marca está no artigo completo sobre custo de registro em Curitiba; a patente segue tabela própria, também disponível em gov.br/inpi.
Onde isso acontece de verdade em Curitiba
O polo automotivo de São José dos Pinhais concentra centenas de fornecedores de autopeças (tier 1, 2 e 3) além de fabricantes de máquinas como New Holland e Caterpillar, empresas que desenvolvem processo e componente novo com frequência, matéria-prima real pra pedido de patente. Uma fornecedora desse porte pode muito bem precisar patentear um sistema novo e, ao mesmo tempo, registrar (ou atualizar) o nome que estampa na peça e no contrato com a montadora.
Nesse caso, tratar as duas coisas como uma conta só é erro de planejamento, não de cálculo. São dois times de trabalho técnico diferentes, dois prazos diferentes e dois valores que o orçamento da empresa precisa prever em linhas separadas.
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Pro lado do nome, o primeiro passo é gratuito: a pesquisa de viabilidade de marca no INPI, feita antes de qualquer orçamento fechado. Comece por aí enquanto organiza o processo de patente em paralelo. Falar com a Oneck →



