Quem pesquisa "registro de marcas e patentes" costuma estar tentando proteger duas coisas bem diferentes: marca cobre o nome e o símbolo do negócio, patente cobre uma invenção ou solução técnica nova. Em Curitiba, a maior parte das consultas que chegam até a Oneck é de marca, porque é isso que praticamente todo negócio, de oficina a startup, precisa resolver primeiro.
A consulta de marca corre no sistema e-Marcas do INPI, é gratuita, e o que decide é descobrir o que soa ou se escreve parecido dentro da sua classe de atividade, não achar o nome digitado igual. Patente segue outro rito, com exame técnico e prazo contado em anos, não em meses, e existe ainda o desenho industrial, categoria própria pra proteger a aparência de um produto, com regras e tempos próprios. Pra entender a fundo como funciona a consulta de marca, incluindo o que fazer quando aparece algo parecido, tem o guia completo de consulta de marca no INPI.
O tipo de proteção que mais aparece muda conforme o setor da cidade. Fornecedor do polo automotivo de São José dos Pinhais, que atende montadora como Volkswagen/Audi ou Volvo, é quem mais esbarra em pedido de desenho industrial pra uma peça nova. Já no Vale do Pinhão, ecossistema de startups que já passou de 260 empresas nascentes só no coworking Worktiba, o que decide a sobrevivência de uma marca no mercado costuma ser mesmo o nome, não a tecnologia por trás dela.
Antes de tentar decidir sozinho entre marca, patente e desenho industrial, manda pra Oneck o nome ou o produto que você quer proteger. A gente confere de graça na base certa do INPI e evita que você pague a taxa duas vezes por ter pedido a proteção errada. Falar com a Oneck →



