Dá pra fazer o registro de marca sozinho: o e-Marcas do INPI é aberto pra qualquer CPF ou CNPJ, inclusive em Curitiba, sem exigir advogado nem despachante. O risco não está em preencher o formulário; está nos dois primeiros passos, pesquisa de viabilidade e definição de classe, onde nasce a maioria dos indeferimentos que obrigam a pagar a taxa de novo.
O trâmite completo tem sete etapas, da pesquisa de viabilidade ao certificado final, e o sistema não exige nenhum profissional específico pra rodar do início ao fim. A diferença entre fazer sozinho e contratar quem faz isso todo dia aparece justamente na pesquisa e na classe: ler semelhança fonética, gráfica e conceitual, e enquadrar a atividade certa na Classificação de Nice, é o tipo de trabalho que separa um pedido deferido de um indeferido. O guia completo de como fazer registro de marca em Curitiba detalha o passo a passo inteiro.
O cenário local
Curitiba tem cerca de 481 mil CNPJs ativos e mais de 157 mil MEIs registrados, uma base enorme de negócio pequeno abrindo empresa por conta própria o tempo todo, na oitava cidade mais populosa do Brasil. É justamente esse perfil, empreendedor resolvendo tudo sozinho, incluindo a abertura do próprio CNPJ, que mais tropeça na pesquisa de viabilidade, porque o processo parece simples até o indeferimento chegar e a taxa já paga virar prejuízo.
Fazer sozinho é opção válida, mas a pesquisa de viabilidade sai de graça na Oneck de qualquer jeito, com quem já levou mais de 500 marcas do protocolo ao certificado em 20+ anos de INPI. Vale rodar essa etapa antes de decidir se toca o resto sozinho ou não, porque um indeferimento manda pagar a taxa do zero. Falar com a Oneck →



