Registrar marca custa em duas parcelas, não uma só: a taxa do INPI é paga no pedido e de novo na concessão, meses ou anos depois, mais o honorário de quem conduz o processo. Em Curitiba isso importa porque o intervalo entre as duas cobranças é justamente o tempo em que a empresa já expõe a marca no mercado sem ainda ter o certificado em mãos. Quem não organiza esse fluxo de caixa se surpreende com a segunda taxa quando menos espera.
O valor exato de cada parcela está sempre em gov.br/inpi, porque a tabela muda com o tempo e perfis como MEI, ME/EPP e pessoa física pagam menos. O que fica fixo é a lógica: pedido primeiro, concessão depois, e nesse meio tempo o processo pode levar a exame, exigência ou oposição. Pra entender a conta completa, taxa mais honorário, com a faixa que a Oneck pratica, tem o artigo completo sobre quanto custa registrar marca em Curitiba.
O prazo importa mais pra quem fecha contrato durante o processo
Curitiba é o núcleo da segunda maior região produtora de veículos do Brasil, com o polo automotivo concentrado em São José dos Pinhais reunindo montadoras como Renault, Volkswagen/Audi e Volvo, além de centenas de fornecedores de autopeças em várias camadas da cadeia. Fornecedor que assina contrato com montadora durante a janela entre o pedido e a concessão da marca corre o risco de crescer de exposição antes de ter o certificado fechado, e é justamente nesse intervalo que outro pedido parecido pode aparecer na fila do INPI e travar o processo.
Planejar as duas parcelas da taxa como parte do orçamento de expansão, não como surpresa de meio de caminho, é o tipo de detalhe que separa quem entra numa montadora com a marca protegida de quem entra torcendo. A pesquisa de viabilidade no INPI é gratuita e mostra logo de cara se existe risco de colisão antes de qualquer taxa ser paga. É o primeiro passo antes de orçar o resto, porque pagar a taxa duas vezes por causa de um indeferimento sai muito mais caro do que fazer a pesquisa antes. Falar com a Oneck →



