Registrar como pessoa física custa R$ 440 por classe no INPI, metade do valor de R$ 880 cobrado de empresa de porte comum, porque pessoa física entra no grupo com desconto de 50% (junto de MEI, ME/EPP, ICT e entidade sem fins lucrativos); é pagamento único no protocolo, sem cobrança extra depois de aprovado. Em Curitiba, essa diferença aparece com força pra profissional liberal que ainda decide entre continuar autônomo ou formalizar negócio. Confira a tabela completa e a fonte oficial.
O que muda entre os dois cenários é só o enquadramento na tabela do INPI, não o processo: pessoa física de baixa renda (CadÚnico) ou com deficiência tem isenção total, empresa formalizada como MEI ou ME/EPP também paga metade, e só pessoa jurídica de porte comum paga o valor cheio. O honorário de quem conduz o processo fica parecido nos dois casos, porque a pesquisa de viabilidade e a escolha da classe pesam igual pra CPF ou CNPJ.
Curitiba tem cerca de 481.564 CNPJs ativos, mas boa parte do tecido econômico da cidade ainda gira em torno de profissional liberal sem empresa aberta, sobretudo nas áreas de engenharia, tecnologia e consultoria que orbitam o polo automotivo de São José dos Pinhais e o ecossistema de startups do Vale do Pinhão. Pra esse perfil, decidir entre registrar como PF agora ou esperar o CNPJ sair define se o nome fica protegido enquanto o resto da formalização anda.
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