Antes de abrir o e-Marcas, quem vai pedir o registro em Curitiba precisa ter quatro coisas prontas: CPF ou CNPJ de quem vai constar como titular, o nome exato da marca, a classe de Nice que enquadra a atividade e o valor da GRU, a taxa do INPI. Marca figurativa ou mista soma um quinto item: a imagem em arquivo, no padrão que o sistema aceita. Sem isso organizado, o pedido nem sai do lugar, seja em Curitiba, seja em qualquer outra cidade do país.
Esses quatro itens alimentam diretamente os primeiros passos do processo: é a classe certa que decide se a pesquisa de viabilidade vai encontrar colisão ou via livre, e é o titular correto que assina o protocolo no e-Marcas. Errar a classe ou deixar o titular indefinido é o motivo mais comum de retrabalho antes mesmo de chegar no exame formal. O guia completo de como fazer registro de marca em Curitiba detalha as sete etapas do protocolo ao certificado, pra quem quer entender o caminho inteiro.
Curitiba tem 130.026 empresas atuantes segundo o Cadastro Central de Empresas do IBGE, e boa parte delas fornece direta ou indiretamente pro polo automotivo de São José dos Pinhais, onde Renault, Volkswagen/Audi e Volvo mantêm fábrica. Fornecedor de autopeças que negocia contrato com montadora costuma ter CNPJ, contrato social e classe de atividade bem definidos, o que já resolve metade do checklist antes mesmo de pensar no registro. Falta só reunir o resto e confirmar que o nome está livre na classe certa.
Ter o checklist pronto evita voltar atrás no meio do processo, mas o item que realmente decide se o pedido vinga é a pesquisa de viabilidade, e essa a Oneck faz de graça. Melhor descobrir agora se o nome está livre do que pagar a taxa do INPI de novo depois de um indeferimento. Falar com a Oneck →



