Curitiba

INPI registro de marcas valor: o que se paga e o que a marca passa a valer

21 de agosto de 20262 min de leitura
INPI registro de marcas valor: o que se paga e o que a marca passa a valer

"Valor" no registro de marcas tem dois sentidos, e só um deles é sobre dinheiro saindo do bolso. Existe o valor pago, taxa do INPI mais honorário, e existe o valor que a marca passa a ter depois de registrada: um ativo que pode ser licenciado, usado como garantia ou levado pra negociação com investidor. Em Curitiba, o segundo sentido pesa tanto quanto o primeiro.

O valor pago é a parte objetiva: taxa oficial do INPI, que muda conforme o perfil de quem pede, mais o honorário de quem cuida da pesquisa e do processo, faixa que o artigo completo sobre quanto custa registrar marca em Curitiba já detalha número a número. Mas uma marca registrada deixa de ser só um nome bonito e passa a ser propriedade industrial reconhecida, algo que entra em contrato de licenciamento, em avaliação de empresa e até em due diligence de quem está prestes a investir.

Curitiba é a cidade do Sul que mais contribui pro PIB nacional, com mais de R$ 120 bilhões gerados em 2023, e negócio que compete numa economia desse porte não trata registro de marca como despesa, trata como ativo. Faz sentido especialmente pras startups que nascem dentro do ecossistema do Vale do Pinhão: investidor que avalia uma rodada olha se a marca está protegida antes de assinar cheque, porque marca sem registro é um risco jurídico embutido no negócio que ele está prestes a comprar parte.

Quer saber quanto custa transformar o nome do seu negócio num ativo protegido? A pesquisa de viabilidade no INPI é gratuita, e adiar essa etapa custa mais do que parece: pedido indeferido por falta de pesquisa devolve zero da taxa já paga. Falar com a Oneck →

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