O passo a passo do INPI pra registrar marca tem sete etapas fixas, e isso vale pra 2025, pra 2026 e pra qualquer ano seguinte, porque o rito não muda de um exercício fiscal pro outro: pesquisa, classe, taxa, protocolo, exame formal, exame de mérito e certificado. O que muda de ano a ano é só o valor da GRU e o tempo de fila do exame, nunca a ordem das etapas em si.
Na prática: 1) pesquisa de viabilidade pra checar se o nome está livre na classe certa; 2) definição da classe pela Classificação de Nice; 3) pagamento da GRU, a taxa oficial; 4) protocolo no e-Marcas, momento em que a prioridade sobre o nome começa a valer; 5) exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial; 6) exame de mérito, quando o INPI decide; 7) concessão e certificado com o símbolo ®. O guia completo de como fazer registro de marca em Curitiba explica o que fazer em cada uma dessas sete paradas.
O cenário local
Fornecedor de autopeças de São José dos Pinhais que negocia com Renault, Volkswagen/Audi ou Volvo trabalha com calendário de homologação apertado, e esse calendário não espera o certificado do INPI ficar pronto. Como a prioridade sobre o nome nasce já no protocolo, dá pra fechar contrato com a proteção garantida mesmo que o certificado final só saia meses depois, na fila de exame do próprio INPI, sem que isso trave a negociação com a montadora.
Antes de rodar qualquer uma das sete etapas, vale confirmar se o nome está livre: a pesquisa de viabilidade é gratuita na Oneck, e evita pagar a GRU duas vezes por causa de um indeferimento que dava pra prever. Falar com a Oneck →



