Registro de marca no INPI se faz de um jeito só: direto no sistema e-Marcas, em gov.br/inpi. Não existe canal alternativo nem posto físico em Curitiba nem em nenhuma outra cidade do Brasil; cartório, junta comercial e prefeitura cuidam de outros tipos de registro, não do nome da marca. Quem preenche o pedido pode ser o próprio empreendedor, um contador ou uma agência especializada, mas o sistema por trás é sempre o mesmo, sem canal paralelo.
O caminho tem sete etapas: pesquisa de viabilidade, definição de classe pela Classificação de Nice, pagamento da GRU, protocolo, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e concessão do certificado. A proteção sobre o nome nasce no protocolo, não no certificado final, detalhe que confunde bastante gente que acha que só fica seguro depois do papel pronto. O guia completo de como fazer registro de marca em Curitiba detalha cada uma dessas etapas com o cenário local por inteiro.
O cenário local
Startup nascida no Pinhão Hub ou no Worktiba, primeiro coworking público do Brasil, já com mais de 260 empresas passando por lá, lida com processo digital todo dia: abertura de CNPJ, plataforma de investimento, folha de pagamento. Fazer o registro de marca direto no e-Marcas do INPI segue essa mesma lógica: sem papel, sem fila física, sem posto pra visitar, algo que combina com o jeito que o ecossistema de inovação de Curitiba já opera no resto do negócio.
A pesquisa de viabilidade, o passo que decide se o resto do pedido vinga, é gratuita na Oneck. Descobrir agora se o nome está livre custa zero; descobrir depois de um indeferimento custa a taxa do INPI de novo, inteira. Falar com a Oneck →



