Cada marca é um pedido separado no INPI, com pesquisa, classe e taxa próprias; não existe um registro combinado pra várias marcas de uma vez só, nem em Curitiba nem em nenhuma outra cidade do Brasil. Quem toca mais de um negócio, ou mais de uma linha de produto dentro da mesma empresa, repete o passo a passo uma vez pra cada nome.
O caminho de cada pedido segue as sete etapas de sempre: pesquisa de viabilidade, definição da classe pela Classificação de Nice, pagamento da GRU, protocolo no e-Marcas, exame formal com publicação na Revista da Propriedade Industrial, exame de mérito e certificado. A diferença, quando há mais de uma marca, é só a quantidade de vezes que esse ciclo roda, não o processo em si. O guia completo de como fazer registro de marca em Curitiba explica cada etapa em detalhe.
O cenário local: uma economia com muitas frentes por empresa
Curitiba concentra 130 mil empresas atuantes distribuídas num tecido bem diverso: o polo automotivo de São José dos Pinhais, o ecossistema de startups do Vale do Pinhão, comércio varejista, alimentação fora do lar e cooperativas do agronegócio. É comum nesse cenário um fornecedor de autopeças abrir uma segunda marca pra vender peça avulsa no varejo, ou uma startup do Pinhão Hub lançar um segundo produto com nome próprio antes de a empresa mãe virar referência.
Nesses casos, cada nome novo pede pesquisa e classe próprias, do zero, mesmo que o CNPJ por trás seja o mesmo. Em 20+ anos de mercado, já são mais de 500 marcas levadas do protocolo ao certificado na Oneck, empresa que registrou um nome só e empresa com portfólio inteiro incluídos.
Quer saber quantos registros o seu negócio realmente precisa, um nome ou uma família inteira de marcas? A pesquisa de viabilidade é gratuita pra cada uma delas. Descobrir isso antes custa zero; descobrir depois de um indeferimento custa a taxa do INPI de novo. Falar com a Oneck →



