Criar uma marca envolve mais do que logotipo e paleta de cor: envolve nome, identidade visual e, principalmente, o registro no INPI, que é a única coisa capaz de garantir juridicamente que ninguém mais em Curitiba ou no resto do Brasil use esse nome no seu ramo de atividade específico. Sem essa última etapa, a marca é só um design bonito sem dono legal, por mais caprichado que o projeto gráfico tenha ficado.
O registro em si segue sete etapas, pesquisa de viabilidade, classe, taxa, protocolo, exame formal, exame de mérito e certificado final, e a proteção sobre o nome começa já no protocolo, bem antes do papel sair. Quem está criando a marca do zero devia rodar a pesquisa de viabilidade antes de fechar o nome definitivo, não depois de já ter pago designer e impresso material gráfico. O guia completo de como fazer registro de marca em Curitiba detalha cada etapa desse trâmite.
O cenário local
Curitiba responde por 1,1% de todo o PIB gerado no Brasil, a maior fatia entre as cidades do Sul, à frente de Porto Alegre e de Joinville, com mais de 130 mil empresas atuantes na cidade e PIB total acima de R$ 120 bilhões. Criar marca pra competir nesse tamanho de economia sem passar pelo registro é abrir mão da única ferramenta capaz de impedir que outra empresa, do mesmo porte ou maior, registre o nome primeiro e leve a prioridade embora.
A Oneck conduz esse processo inteiro, do nome ao certificado, com mais de 500 marcas levadas ao INPI em 20+ anos de mercado. A pesquisa de viabilidade, primeiro passo de tudo, é gratuita e evita pagar a taxa do INPI de novo por causa de um indeferimento. Falar com a Oneck →



