O custo de registrar marca soma a taxa do INPI e o trabalho de pesquisar viabilidade e escolher a classe certa, e é exatamente nessa segunda parte que separa quem paga uma vez de quem paga duas. Em Campinas, cidade onde o setor de serviços lidera em número de empresas ativas, é comum o prestador de serviço tentar economizar fazendo o pedido sozinho e errar na classe. Fazer errado, no fim, costuma custar mais do que o honorário que teria evitado o erro.
O INPI cobra a taxa (a GRU, paga no pedido e na concessão) e a consulta prévia é gratuita. O honorário de quem conduz o processo entra depois: pesquisa de nomes parecidos, definição correta da Classificação de Nice e acompanhamento até sair o certificado. Fazer sozinho é possível, mas a pesquisa de viabilidade malfeita é onde a maioria dos pedidos cai, e cada indeferimento significa pagar a taxa oficial inteira de novo. Em 20 anos de INPI e mais de 500 marcas registradas, a Oneck viu esse erro se repetir tantas vezes que virou o motivo do serviço existir: honorário pra acertar de primeira o que, feito sozinho e errado, sai caro em dobro.
O cenário de quem tenta economizar em Campinas
Campinas tem 215.772 empresas ativas (Econodata, 2026), e serviços é o setor com mais empresas ativas na cidade, à frente do comércio. É justamente esse perfil, prestador de serviço pequeno ou médio, que mais tenta fazer o registro sozinho pra cortar custo no início. O problema é que serviço costuma exigir mais de uma classe de Nice cobrindo atividades diferentes dentro do mesmo negócio, e é ali que a pesquisa malfeita derruba o pedido.
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